CENTRO DE SÁUDE ESCOLA GERMANO SINVAL FARIA

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

25/09/2014 - Fiocruz Inicia Estudo de Campo com Mosquitos para Reduzir a Transmissão da Dengue


A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deu início a uma importante etapa do projeto ‘Eliminar a Dengue: Desafio Brasil’. Já realizada com sucesso na Austrália, Vietnã e Indonésia, a fase de estudos de campo conta com a liberação de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia. O projeto tem o apoio do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), do Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz/Minas) e do Programa de Computação Científica (PROCC/Fiocruz). O primeiro local a participar é o bairro de Tubiacanga, na Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro, estudado pela equipe do projeto desde 2012. Esta é a primeira vez que um país nas Américas recebe o estudo.
O anúncio foi realizado nesta quarta-feira (24/9), na sede da Fiocruz, em Manguinhos. Estiveram presentes o presidente da Fundação, Paulo Gadelha; o pesquisador e líder do projeto no Brasil, Luciano Moreira e o diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) do Ministério da Saúde, Antonio Carlos Campos de Carvalho. Moradores de Tubiacanga e parceiros científicos do projeto marcaram presença no encontro.
A iniciativa sem fins lucrativos integra o esforço internacional do Programa ‘Eliminate Dengue: Our Challenge’ (Eliminar a Dengue: Nosso Desafio), que estuda uma abordagem inovadora para reduzir a transmissão do vírus da dengue pelo mosquito Aedes aegypti de forma natural e autossustentável. O projeto propõe o uso de uma bactéria naturalmente encontrada no meio ambiente, chamada Wolbachia. Quando presente no Aedes, ela é capaz de impedir a transmissão da dengue pelo mosquito.
Líder do projeto no Brasil, o pesquisador da Fiocruz Luciano Moreira está otimista com os próximos passos do projeto: “Estamos diante de uma estratégia científica inovadora e segura, que poderá contribuir para o controle da dengue e para a melhoria da saúde da população”, avalia. Ele foi responsável, com pesquisadores da Universidade de Monash, na Austrália, pela descoberta científica da capacidade da Wolbachia de reduzir a transmissão do vírus da dengue pelo mosquito.
“Após dois anos de estudos preparatórios, é empolgante ver o projeto avançando para esta fase no Brasil, onde contamos com a liderança científica da Fiocruz”, completa Scott O’Neill, coordenador internacional do programa.

Liberação dos mosquitos
Em Tubiacanga, cerca de dez mil mosquitos Aedes aegypti com Wolbachiaserão liberados semanalmente pelos pesquisadores. O número de mosquitos é similar aos protocolos adotados com sucesso na Austrália, onde este tipo de estudo já foi concluído em mais de quatro localidades. As liberações acontecerão por aproximadamente três ou quatro meses, de acordo com a avaliação dos cientistas sobre a capacidade dos mosquitos com Wolbachia de se instalarem no local.
Para reduzir o incômodo da população, antes do início da liberação dos mosquitos com Wolbachia, os pesquisadores, em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, realizaram uma etapa chamada "supressão dos criadouros". O objetivo foi reduzir a quantidade de Aedes aegypti por meio da eliminação de criadouros confirmados do vetor – ao liberar no bairro os Aedes com Wolbachia, o número total de mosquitos não sofrerá alteração. “Buscamos com esta medida diminuir o desconforto para os moradores de Tubiacanga, que sempre apoiaram esta iniciativa científica”, reforça Luciano.
Inicialmente, os pesquisadores vão avaliar a capacidade de os mosquitos comWolbachia se estabelecerem no meio ambiente e se reproduzirem com os mosquitos que já existem no local. O projeto propõe uma abordagem sustentável e de longo prazo, pois, após o estabelecimento de Aedes aegypti com Wolbachia no ambiente, a bactéria é transmitida naturalmente para as gerações seguintes de mosquitos. “Assim, o método se torna autossustentável: os mosquitos com Wolbachia predominam sem que precisemos soltar constantemente mais mosquitos com a bactéria”, explica Luciano. Estudos de larga escala previstos para 2016 em outras localidades do Rio de Janeiro poderão avaliar o efeito desta estratégia em reduzir a incidência de dengue.

Apoio da população
Como parte do projeto, desde 2012 a Fiocruz trabalha nos bairros selecionados para o estudo, realizando um intenso trabalho científico para mapear os mosquitos dos bairros estudados: em Tubiacanga, Urca e Vila Valqueire, no Rio de Janeiro, e Jurujuba, em Niterói. Neste processo, são realizados contatos regulares com moradores, lideranças e associações. “Os dados coletados foram fundamentais para planejar os estudos de campo”, explica Luciano. Durante o mapeamento, armadilhas para capturar e estudar os mosquitos da região foram instaladas na casa de dezenas de moradores – são os chamados "anfitriões" do projeto. “Somos extremamente gratos a essas pessoas que recebem toda semana nossas equipes em suas casas, contribuindo para um projeto que busca o benefício coletivo”, afirma Luciano.
“Ao nos aproximarmos do início dos estudos em campo, as ações de relacionamento com os moradores de Tubiacanga foram intensificadas para que fossem devidamente informados de todas as atividades”, completa. As associações de moradores, além de outras instituições locais, apoiam o projeto, que realiza visitas domiciliares regulares para apresentar a iniciativa e dirimir dúvidas. Encontros e palestras entre moradores e pesquisadores também são promovidos. O atendimento à população é realizado por telefone e email.

Método seguro e natural
Naturalmente presente em cerca de 60% dos insetos no mundo (incluindo diversas espécies de mosquitos, como o pernilongo), não existem evidências de qualquer risco da Wolbachia para a saúde humana ou para o ambiente. Esses mosquitos comumente picam pessoas sem danos à saúde. Como é uma bactéria intracelular, que não infecta seres humanos e animais domésticos, a Wolbachia apenas pode ser transmitida de mãe para filho, no processo de reprodução dos mosquitos, e não durante a picada do Aedes em um ser humano, por exemplo. Além disso, durante cinco anos, membros da equipe do programa ‘Eliminar a Dengue’, na Austrália, alimentaram uma colônia de mosquitos com Wolbachia usando, voluntariamente, seus próprios braços. Isso resultou em centenas de milhares de picadas de mosquitos sem que reações à bactéria fossem detectadas.

Financiadores e parceiros 
Os testes de campo no Brasil foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) após rigorosa avaliação sobre a segurança para a saúde e para o meio ambiente. 
O projeto ‘Eliminar a Dengue: Desafio Brasil’ integra o esforço internacional sem fins lucrativos do Programa ‘Eliminate Dengue: Our Challenge’ (Eliminar a Dengue: Nosso Desafio). No Brasil, o projeto tem financiamento da Fiocruz, Ministério da Saúde (Secretaria de Vigilância em Saúde – SVS e Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos – Decit/SCTIE), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e CNPq. A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói e a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro atuam como parceiros locais na implantação do projeto.
O financiamento internacional é oriundo de verba da Universidade de Monash, obtida pela Foundation for the National Institutes of Health (FNIH, dos Estados Unidos) por meio do programa Controle de Doenças Transmitidas por Vetores: Pesquisa para Descoberta (Vector-Based Transmission of Control: Discovery Research - VCTR) da Iniciativa Grandes Desafios em Saúde Global (Grand Challenges in Global Health Initiatives) da Fundação Bill & Melinda Gates. O projeto conta, ainda, com recursos diretos da Fundação Bill & Melinda Gates, e com contrapartida da Fiocruz em estrutura, recursos humanos e equipamentos.
“A Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde vem apoiando o projeto 'Eliminar a Dengue: Desafio Brasil' para que possamos ter novas tecnologias e estratégias capazes de aperfeiçoar a prevenção e o controle da dengue. A primeira liberação dos mosquitos com Wolbachia é mais um passo importante que o projeto dá e acompanharemos de perto todos os resultados”, destaca o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. “A participação do Brasil mostra que a inovação nacional pode trazer benefícios concretos para o controle da dengue no Brasil e no mundo. Parcerias como esta, que aproximam as pesquisas das prioridades do SUS, contam com apoio do Ministério da Saúde”, afirma Carlos Gadelha, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério.
Para o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, a proposta coloca o país na fronteira do conhecimento sobre a doença. “A pesquisa é relevante por associar a inovação tecnológica a um problema central na saúde brasileira e à capacidade de envolver a população na execução do projeto, agregando três dimensões que são muito importantes no trabalho da Fiocruz", opina.

O projeto no mundo
Desde 2011, o Programa ‘Eliminate Dengue: Our Challenge’ testa o método em diferentes países, atuando em diferentes fases em cada um deles. Na Austrália, mosquitos que receberam a Wolbachia em laboratório têm sido liberados de forma sistemática, em algumas localidades no nordeste do país. Nestes locais, a presença de mosquitos com a Wolbachia se tornou predominante após dez semanas de liberação de mosquitos. Nos anos seguintes, novas localidades australianas iniciaram testes em campo. Além da Austrália, Vietnã e Indonésia também realizam estudos deste tipo. O programa ‘Eliminar a Dengue: Nosso Desafio’ é uma iniciativa sem fins lucrativos com o objetivo de oferecer uma alternativa sustentável e de baixo custo às autoridades de saúde das áreas afetadas pela dengue, sem qualquer ônus financeiro para a população.

Fonte: Portal Fiocruz (Por Cristiane Albuquerque e Vinicius Ferreira (IOC/Fiocruz)
Crédito Foto: http://www.abril.com.br/imagem/mosquitos-aedes-aegypti.jpg

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Por Cristiane Souza

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

24/09/2014 - Alimentação Infantil | Conheça os Mitos e Verdades


Ter uma alimentação saudável é de extrema importância em qualquer idade, pois auxilia diretamente no desenvolvimento fisiológico, manutenção da saúde e bem estar do indivíduo. Durante a infância, o valor dessa alimentação adequada e saudável se torna muito maior, pois as crianças se encontram em fase de intenso crescimento e desenvolvimento. A partir dos seis meses de idade, a introdução da alimentação complementar aproxima progressivamente a criança aos hábitos alimentares de quem cuida dela e exige todo um esforço adaptativo a uma nova fase do ciclo de vida, na qual lhe são apresentados novos sabores, cores, aromas, texturas e saberes.
O grande desafio dos pais, familiares e cuidadores é conduzir adequadamente esse processo, em que não se sabe o tipo, a consistência e a forma de alimento que deve ser ou não oferecido às crianças para suprir as necessidades nutricionais. Outros desafios surgem quanto à manutenção dessa alimentação adequada e saudável conforme o avançar da idade das crianças, pois existem diversos mitos sobre o tema, o que dificulta bastante a escolha dos alimentos. Para esclarecer as dúvidas sobre a alimentação infantil, a Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde responde aos mitos e verdades sobre o tema.

Crianças precisam realizar três refeições por dia - MITO

Segundo as recomendações do Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois anos, a criança que é amamentada deve receber, segundo sua idade, diferentes refeições ao longo do dia, considerando a consistência e quantidade adequadas. O passo três do guia traz que após os 6 meses, a criança deve receber alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia, se estiver em aleitamento materno.



As frutas e verduras são prioridade no cardápio infantil – MITO

A alimentação das crianças deve ser variada, colorida, considerando os diferentes grupos de alimentos. Segundo o passo 6 do Guia Alimentar para crianças menores de dois anos, a criança deve receber diferentes alimentos ao dia, pois uma alimentação variada é uma alimentação colorida. As frutas e verduras são importantes fontes de vitaminas e minerais, que nessa fase de crescimento e desenvolvimento são essenciais, principalmente para evitar as carências nutricionais. No entanto, não podemos esquecer das carnes, como fontes de proteínas e ferro, e dos cerais, tubérculos e leguminosas como fontes de carboidrato, vitaminas e minerais também. O mais importante de tudo, é que a alimentação da criança, assim como da família, deve ser baseada em alimentos que fazem parte da sua cultura alimentar e que preferencialmente sejam da época e cultivados localmente.


A consistência dos alimentos ajuda a desenvolver a musculatura infantil - VERDADE

Desde a amamentação, com o exercício que a criança faz para retirar o leite da mama a musculatura facial vem sendo desenvolvida. A amamentação também estimula o desenvolvimento da cavidade oral, propiciando uma melhor conformação do palato duto, o que é fundamental para o correto alinhamento dos dentes. Conforme a criança vai crescendo e entra na alimentação complementar a consistência dos alimentos deve aumentar progressivamente até chegar à consistência da alimentação da família. A consistência dos alimentos interfere no esforço que a criança vai fazer e consequentemente na força que ela utilizará para mastigar os alimentos. Nesse processo ela pode desenvolver mais ou menos a sua musculatura orofacial, bem como, fortalecer os dentes que estão em fase de crescimento, o próprio processo de mastigação e deglutição e o controle da respiração durante o ato de comer.

Alimentos com corantes causam uma série de alergias alimentares - VERDADE

A hipersensibilidade ou alergia alimentar caracteriza-se por reações adversas após a ingestão de alimentos, resultantes de uma resposta imunológica anormal ou exagerada às proteínas presentes nesses alimentos. Em geral, essas reações acontecem pela introdução precoce de alimentos ricos em substancias alergênicas, como, por exemplo, os corantes. Os corantes, em geral, estão presentes em produtos processados e ultraprocessados. Assim, a alimentação das crianças devem ser baseadas em alimentos naturais, frescos e variados.

É melhor o bebê comer frutas sem casca - MITO

A fruta, quando consumida com a casca, possui maior quantidade de fibras e nutrientes. A pectina da maçã, por exemplo, só é ingerida quando se come a maçã com a casca. Mas, vale ressaltar que frutas e verduras produzidos nas formas de cultivo tradicional possuem resíduos dos agrotóxicos e estes ficam concentrados nas cascas, por isso é bom dar preferencia para alimentos orgânicos . Toda fruta deve ser muito bem lavada antes do seu consumo, principalmente na infância.

Alimentos enlatados e industrializados fazem mal a saúde e devem ser evitados - VERDADE

Os alimentos industrializados, alimentos açucarados, ricos em gordura, ricos em sódio e corantes devem sempre ser evitados, principalmente nos primeiros anos de vida. Os refrigerantes, salgadinhos chips, refresco em pó, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, dentre outros, podem trazer uma série de riscos à saúde infantil, até mesmo a obesidade, diabetes, dislipidemias, hipertensão, anemias, alergias, dentre outros, fatores esses que podem perdurar até a idade adulta. Sabe-se que as crianças nascem com preferência ao sabor doce; portanto, oferecer alimentos adicionados de açúcar ou alimentos com grandes quantidades de energia faz com que a criança se desinteresse por alimentos saudáveis como cereais, verduras e legumes, alimentos que são fontes de nutrientes importantes. Assim, o melhor é priorizar alimentos naturais e frescos desde a introdução da alimentação complementar, a fim de formar um hábito alimentar saudável e manter esse padrão ao longo de toda infância, adolescência e vida adulta.

Dica saudável - A família é a principal responsável pela formação do hábito alimentar da criança, então os pais devem ser o exemplo, mantendo uma rotina de refeições saudáveis. Garantir que em casa sempre estejam disponíveis alimentos saudáveis, pois não é a criança que determina as compras. É fundamental criar uma rotina alimentar e não fazer o uso de barganhas e chantagens envolvendo a alimentação da criança. Temos uma gama de alimentos naturais e ricos em nutrientes que devem ser experimentados desde a infância.

Crédito Foto: http://goo.gl/QRL17x



Por Cristiane Souza

24/09/2014 - Grupo de Gestantes | Equipe CAH/VSP | IUBAAM sendo Multiplicado

Foi realizado ontem, 23/09, no Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria o Grupo de Gestantes com a Equipe CAH/VSP sendo assim Multiplicando tudo que foi ensinado na Oficina de Capacitação de Apoiadores da IUBAAM.
Elas, a Enfermeira Íris (CSEGSF) e a Técnica de Enfermagem Ana Paula (CAH/VSP), orientaram as futuras mamães e parceiros, sobre os benefícios da amamentação,  como estimular a produção de leite (quanto mais o bebê suga, mais leite a mãe produz), não fornecer nenhum outro tipo de alimento ou bebida além do leite materno ao bebê e o não uso de bicos artificiais ou chupetas, puderam também esclarecer dúvidas oriundas.











Créditos Foto: Ana Paula da Silva

Por Cristiane Souza

terça-feira, 23 de setembro de 2014

23/09/2014 - Grupo de Hipertensão e Diabetes | Equipe CAH/VSP

Foi realizado ontem, 22/09, o Grupo de Hipertensão e Diabetes da Equipe CAH/VSP na Igreja Católica Santa Rita de Cássia.
Houve controle de hipertensão e diabetes mellitus, troca de idéias sobre o assunto, a importância da boa alimentação, exercícios físicos e vida saudável.
Estiveram presentes a Enfermeira Rosângela e os ACS Fábio, Michele e Luciana.




Crédito Fotos: Rosângela Maiolino
Por Cristiane Souza

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

22/09/2014 - Mitos e Verdades Saiba sobre Dor de Coluna

Sedentarismo, má postura, movimentos repetitivos e estresse são só alguns dos causadores de dores na coluna. Esta região do corpo é composta por vértebras, discos intervertebrais, nervos, músculos, medula e ligamentos. É nesse conjunto que acontece a maior parte das alterações que causam as terríveis dores e incômodos nas costas.
Normalmente, tratados como uma doença isolada os incômodos na coluna podem ser um reflexo de maus hábitos ou sinais de alguma doença mais grave – como lombalgia, hérnia de disco ou artrose. 
A dor nas costas é uma queixa comum entre as pessoas, por conta disso existem várias crenças e soluções caseiras para tratar ou evitar os incômodos. O que ocorre é que na maioria das vezes as soluções não passam de mitos.


O estresse pode causar dor nas costas? Verdade.
Os hormônios do estresse também causam tensões musculares. Os músculos podem ser tão tensionados ao ponto de gerar dolorosos espasmos. Os das costas e do pescoço, por exemplo, são particularmente mais sensíveis aos efeitos do estresse. É literalmente aquele ditado popular: tentar carregar o mundo nas costas.

Dores na coluna sempre indicam uma doença grave? Mito.
As queixas relacionadas às dores na coluna estão associadas a distúrbios musculares e posturais em 80% dos casos. Apesar do incômodo que proporcionam, não apresentam maior gravidade e podem ser resolvidas. Entretanto, é importante realizar uma avaliação médica com o ortopedista para descartar qualquer possibilidade de doenças mais graves, principalmente se a dor for persistente.

Dormir em colchões duros ou moles demais pode prejudicar a coluna? Verdade.
Colchões duros, fofos ou moles podem prejudicar a coluna e a postura. O ideal é um colchão que se adeque à altura e ao peso da pessoa.

O repouso prolongado pode aumentar as dores na coluna? Verdade.
O repouso é considerado uma etapa do tratamento, mas não a única. Se prolongado, ele pode inclusive enfraquecer a musculatura. Reeducação postural, alongamentos, atividade física e acompanhamento de um profissional são as melhores saídas para evitar os problemas posturais.

O sobrepeso é um dos principais causadores de dor na coluna? Mito.
O excesso de peso contribui, sobrecarregando as estruturas da coluna vertebral, aumentando a má postura e o risco de dor no local. Mais do que a obesidade, o sedentarismo é o principal fator causador das dores e problemas na coluna, justamente porque a falta de exercícios causa um enfraquecimento precoce das estruturas e musculatura.

Cruzar as pernas pode prejudicar a coluna? Verdade.
Principalmente para as mulheres, que costumam sentar-se com as pernas cruzadas, é preciso ficar atento para não abusar desse hábito e prejudicar a saúde. O movimento de cruzar as pernas desalinha a coluna vertebral por causa do movimento na região pélvica.

Excesso de exercício físico também pode lesionar e provocar dores na coluna? Mito.
Na realidade, o erro não está no excesso de exercício, mas sim na forma como ele está sendo executado e a carga de peso que está sendo aplicada. Ao realizar qualquer atividade física, principalmente com peso, a pessoa precisa ter um auxilio de um profissional, para evitar justamente que ele se sobrecarregue e faça o exercício de maneira errada. Quando bem realizado, o exercício físico é a melhor maneira de tratar a dor crônica, além de auxiliar na prevenção de dores nas costas e fortalecer a musculatura.

Estalar o pescoço com o movimento da cabeça faz mal à coluna? Verdade. 
Mesmo trazendo alívio momentâneo, o movimento não é natural do corpo. Estalar a região prejudica as articulações, pode desenvolver a artrose mais precoce.



Por Cristiane Souza

sábado, 20 de setembro de 2014

20/09/2014 - Campanha de Vacinação contra o Sarampo, Caxumba e Rubéola

Estamos realizando hoje, 20/09, no Centro de Saúde e em todas as comunidades atendidas pela unidade, a Campanha de Vacinação contra o Sarampo, Caxumba e Rubéola para crianças e adultos (homens e mulheres) com faixa etária de 1 a 49 anos.
Em todas as comunidades foram montados postos de vacinação, onde os moradores puderam se vacinar e se orientar sobre a doença. E também no CSEGSF todos puderam se vacinar contra o Sarampo e outras vacinas que foram oferecidas.



Sarampo: Doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa, muito comum na infância. A viremia, causada pela infecção, provoca uma vasculite generalizada [vesículas], responsável pelo aparecimento das diversas manifestações clínicas, inclusive pelas perdas consideráveis de eletrólitos e proteínas, gerando o quadro espoliante característico da infecção. Além disso, as complicações infecciosas contribuem para a gravidade do Sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade.
Vacinação: A vacina contra o sarampo é a única medida preventiva e a mais segura. É importante que o esquema vacinal esteja completo. A primeira dose deve ser aplicada aos doze meses de vida, aos 15 (quinze) meses com a vacina tetra viral (corresponde à segunda dose (D2) da vacina tríplice viral e uma dose da vacina (varicela). Todos os homens e mulheres até 49 anos devem tomar a dose da vacina e serem vacinados, independentemente de história pregressa da doença.
Sintomas: Caracteriza-se por febre alta, acima de 38,5°C, exantema maculopapular generalizado, tosse, coriza, conjuntivite e manchas de Koplik (pequenos pontos brancos que aparecem na mucosa bucal, antecedendo ao exantema). É durante o período exantemático que, geralmente, se instalam as complicações sistêmicas, embora a encefalite possa aparecer após o 20° dia.
Transmissão: É de quatro a seis dias antes até quatro dias após o aparecimento do exantema. O período de maior transmissibilidade ocorre dois dias antes e dois dias após o início do exantema. O vírus vacinal não é transmissível.
Tratamento: Não existe tratamento específico para a infecção por sarampo. É recomendável a administração da vitamina A em crianças acometidas pela doença, a fim de reduzir a ocorrência de casos graves e fatais. O tratamento profilático com antibiótico é contraindicado.
Prevenção: A vacinação é a única maneira de prevenir a doença. O esquema vacinal vigente é de uma dose da vacina tríplice viral aos 12 meses de idade e a segunda dose aos quatro anos de idade.

Por tanto, VACINE-SE!!!



Equipe Parque Oswaldo Cruz
Equipe Parque Amorim
Equipe Parque Amorim

Equipe Monsenhor Brito
Equipe Parque Carlos Chagas
Equipe Parque João Goulart
Equipe Parque João Goulart
Equipe Parque João Goulart
Equipe Parque João Goulart
Equipe Vila Turismo / Nova Vila Turismo

Equipe Vila São Pedro / Comunidade Agrícola
Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria




















Crédito Fotos: Cristiane Souza, Rosângela Miolino e Aldalice Guedes
Por Cristiane Souza

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

19/09/2014 - Despedida da Residente Natália | Equipe CAH/VSP

Nesta tarde, 19/09, a equipe CAH/VSP realizou uma pequena confraternização para despedida da Residente de Enfermagem Natália Freitas.
Agradecemos todo o seu comprometimento e responsabilidade com a equipe e os pacientes. Você fez a diferença neste período conosco.
Desejamos que que a sua caminhada seja de sucesso e felicidade!!!





 Por Cristiane Souza

19/09/2014 - Campanha de Vacinação contra a Sarampo será neste dia 20/09

No dia 20/09 o Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF) e a Clínica da Família Victor Valla (CFVV) estarão realizando a Campanha de Vacinação contra o Sarampo.
Então se você tem de 1 ano à 49 anos e não foi vacinado ou não se lembra se já foi vacinado contra o Sarampo... VACINE-SE!!!
Sarampo é um vírus que pode levar a morte. Então não deixe pra depois.
Traga a sua caderneta de vacinação ou um documento com foto ao posto.


CUIDE-SE!!!

Estaremos te esperando!!!
Das 08 h às 17h.

Por Cristiane Souza

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

18/09/2014 - Planejamento Familiar

Aconteceu hoje, 18/09, no CSEGSF o Planejamento Familiar com orientações da Assistente Social Márcia e o Enfermeiro Júlio, junto com as Residentes: Aline (Serviço Social) e Fernanda (Nutrição).
O objetivo deste grupo é orientar as famílias sobre como planejar um gravidez, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis e encaminhar casos de laqueadura / vasectomia.

O planeamento familiar é uma forma de assegurar que as pessoas tenham acesso a informação de métodos de contracepção eficazes e seguros que contribuam para a vivência da sexualidade de forma segura e saudável. A sua prática permite que homens e mulheres decidam quando querem ter filhos, assim como programar a gravidez e o parto nas condições mais adequadas.















Por Cristiane Souza

Infográfico

6 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
2,450,000 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
24.000 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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